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O que são cirurgias reparadoras?

Saiba como esses procedimentos podem ajudar a recuperar funções do organismo

Existem dois tipos de cirurgia plástica: estética e reparadora. Nosso foco agora é exatamente a segunda opção, a cirurgia reparadora, ou corretiva. Ela é fundamental para o restabelecimento de diversas funções do organismo. O procedimento é indicado para pacientes que possuem alguma deformidade que pode ter sido adquirida ao longo da vida, por causa de doenças, como o câncer de pele, ou de mama, por exemplo, por acidentes e traumas; ou ainda por malformações congênitas. Em qualquer um desses casos, o motivo principal para a necessidade da cirurgia reparadora é fazer com que o paciente tenha uma vida normal, melhore sua saúde e também sua qualidade de vida.

Cirurgia estética x Cirurgia reparadora

A cirurgia plástica estética é utilizada para melhorar o aspecto de alguma parte do corpo. Muito popular no Brasil, muitas vezes ainda é vista como supérflua. No entanto, cada vez mais, esses procedimentos têm sido fundamentais para a recuperação da autoestima de pessoas que não se sentem bem com o seu próprio corpo.

Já as cirurgias plásticas reparadoras não são consideradas estéticas. Elas são intervenções cirúrgicas realizadas por motivos médicos. Portanto, são tão necessárias quanto qualquer outra operação de cunho emergencial.

A indicação para o procedimento deve ser feita por um cirurgião plástico especializado e credenciado à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). Somente ele é capaz de, a partir do histórico do paciente, discernir qual a sua real necessidade. Assim também, o profissional saberá qual é a melhor técnica e os melhores recursos tecnológicos a serem utilizados para que a pessoa volte a ter uma vida normal e mais saudável.

Cirurgias reparadoras mais comuns

Existem vários tipos de necessidades para a realização de uma cirurgia reparadora. Na sequência, você vai conhecer algumas das mais comuns no Brasil.

 Cirurgias reparadoras por deformidades adquiridas:

  • Reconstrução da mama: geralmente, é indicada para mulheres que sofreram câncer de mama. Quando a doença é mais severa, é necessário fazer a retirada parcial, ou até mesmo total, da mama. Nesses casos, a paciente se torna uma possível candidata à cirurgia reparadora de reconstrução da mama. O procedimento pode ser realizado através de enxerto de tecidos retirados da própria pessoa, ou de implante de uma prótese mamária;
  • Abdominoplastia pós-bariátrica: após passar pela cirurgia bariátrica, o paciente tem uma significativa perda de peso. Como consequência, existe um excesso de pele e flacidez que atrapalha a pessoa a realizar até mesmo atividades que são corriqueiras, além de causar queda na autoestima. A abdominoplastia, neste caso, consiste em fazer a remoção desse excesso de pele e pode ser ainda associada com outros procedimentos, como a lipoaspiração, para garantir melhores resultados ao paciente;
  • Reconstrução de lesões por queimaduras: os casos de queimaduras são muito frequentes no Brasil e as cirurgias reparadoras são muito eficientes para o tratamento dessas lesões. A pele queimada fica extremamente sensível, perde a elasticidade e isso pode comprometer o desempenho da região lesionada. O procedimento vem, então, para reconstruir a parte que ficou deformada e recuperar as funções afetadas.

Veja agora algumas cirurgias reparadoras por deformidades congênitas:

  • Lábio Leporino: alguns bebês nascem com esta condição devido a uma má formação do feto. Além de afetar a aparência, o lábio leporino atrapalha a sucção no momento da amamentação; a formação da arcada dentária; a fala; e a respiração. Por isso, a indicação é que o procedimento seja realizado o mais breve possível. A cirurgia costuma ser simples e, mesmo depois, a criança deve seguir fazendo acompanhamento médico ao longo de seus primeiros anos de vida;
  • Cirurgia de orelha: as chamadas “orelhas de abano” são comuns em algumas crianças, que já nascem com essa condição. Essa deformidade da estrutura das orelhas tende a ficar mais aparente ao longo dos anos. A recomendação é que a otoplastia, como é chamado o procedimento, seja feita após os 5 anos de idade, quando a cartilagem já está estável o suficiente para que a correção seja realizada.

Além dos exemplos apresentados aqui, existem várias outras situações em que é necessária a cirurgia reparadora. Ficou alguma dúvida? Entre em contato conosco e agende uma consulta.

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